Porcentagem da taxa do iFood em 2026: planos e como zerar

Taxa do iFood em 2026: quanto o restaurante recebe?

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Escrito por: Daniel Frageri, CEO, Brendi | Última atualização: 16 de junho de 2026

Principais lições deste artigo

  • Em 2026, o Plano Básico do iFood deixa o restaurante com cerca de R$ 84,80 em um pedido de R$ 100, enquanto o Plano Entrega reduz esse valor para R$ 73,50.

  • A soma de comissão e taxa de pagamento pode chegar a 26,5% por pedido e marketplaces concorrentes podem cobrar até 30%.

  • O WhatsApp já responde por 26% do faturamento de delivery, o que permite que o restaurante retenha 100% do valor sem pagar comissão.

  • Para operar um canal próprio eficiente, o restaurante precisa ter setup rápido, integração com WhatsApp, automação por IA, CRM inteligente e relatórios por canal.

  • Comece a reduzir sua dependência das taxas do iFood com a Brendi: configure seu canal próprio sem custo por 15 dias.

A taxa máxima do iFood chega a 26,5% e outros marketplaces podem cobrar perto de 30% por pedido

No Plano Entrega, a soma da comissão (23%) e da taxa de pagamento online (3,5%) chega a 26,5% por pedido. Outros marketplaces de delivery no Brasil podem cobrar perto de 30% por pedido, dependendo do contrato e do porte do restaurante.

Um restaurante que fatura R$ 20.000 por mês exclusivamente via marketplace perde mais de R$ 2.300 por mês quando a taxa sobe de 15% para 26,5%. Esse valor ainda não considera a mensalidade e os custos de antecipação.

O WhatsApp já responde por 26% do faturamento de delivery

O canal próprio já se consolidou como uma fonte relevante de faturamento. Segundo a Abrasel, o WhatsApp já responde por 26% do faturamento com delivery em bares e restaurantes.

Cada pedido feito diretamente pelo WhatsApp ou pelo cardápio digital do restaurante chega sem desconto de comissão e o restaurante fica com 100% do valor.

Em 2026, a construção de uma identidade de marca sólida e o controle direto do relacionamento com o cliente ganham relevância crescente, à medida que os consumidores buscam transparência e autenticidade.

Nesse contexto, restaurantes que operam no canal próprio retêm dados, histórico de pedidos e capacidade de fidelização, ativos que o marketplace não devolve.

O principal desafio está na operação do canal próprio. O restaurante precisa atender o WhatsApp com agilidade, manter um cardápio digital funcional, fazer o tráfego pago e acompanhar os dados, tudo ao mesmo tempo e, muitas vezes, sem equipe dedicada.

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Critérios objetivos para avaliar soluções de canal próprio

A escolha da plataforma certa permite superar esses desafios operacionais sem ampliar a equipe. Antes de contratar qualquer solução de canal próprio, o dono de restaurante deve verificar os seguintes pontos:

  • Velocidade de setup: a solução precisa estar operacional em até 24 horas, com um processo simples e sem configuração manual extensa.

  • Integração com o WhatsApp: o atendimento deve acontecer no número já usado pelo restaurante, sem necessidade de migrar a base de contatos.

  • Automação de atendimento: a IA precisa entender texto, áudio e imagem, e não apenas responder a menus numerados.

  • CRM inteligente: o sistema deve permitir disparos personalizados por cliente, com réguas de frequência ajustadas por nicho, em vez de disparos em massa genéricos.

  • Relatórios por canal: a plataforma precisa oferecer visibilidade separada de margem, ticket médio e volume entre marketplace e canal próprio.

  • Ausência de multa contratual: o contrato deve permitir cancelamento sem fidelidade mínima e sem multa.

Boas práticas atuais para fortalecer o canal próprio

Restaurantes que já migram parte do volume do marketplace para o canal próprio em 2026 seguem práticas que reduzem o tempo de implementação e aumentam a conversão:

  • Importar o cardápio do iFood automaticamente: evita retrabalho e garante que preços, descrições e horários permaneçam consistentes desde o primeiro dia.

  • Usar IA para atendimento 24/7: uma assistente virtual que responde instantaneamente no WhatsApp reduz a perda de pedidos nos horários de pico, quando o cliente costuma desistir se não recebe resposta em poucos minutos.

  • Criar campanhas de tráfego pago sem depender de conhecimento técnico: plataformas com IA criam e ajustam anúncios automaticamente, segmentados por raio de entrega, o que libera o dono para focar na operação.

  • Recuperar clientes inativos com cupons personalizados: identificar quem parou de pedir e enviar uma oferta direcionada gera mais retorno do que disparos em massa para toda a base.

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Armadilhas comuns que reduzem sua margem

Mesmo restaurantes que já tentaram operar canal próprio cometem erros que comprometem o resultado:

  • Depender exclusivamente do marketplace: sem canal próprio ativo, o restaurante fica vulnerável a decisões unilaterais da plataforma. Uma mudança de algoritmo pode reduzir a visibilidade do estabelecimento de um dia para o outro, um aumento de taxa comprime a margem sem aviso prévio e uma suspensão de conta, mesmo que temporária, paralisa o faturamento.

  • Usar chatbots travados no WhatsApp: um bot no WhatsApp que pede para o cliente digitar 1, 2 ou 3 gera abandono e muitos clientes desistem antes de finalizar o pedido.

  • Disparar mensagens em massa sem segmentação: enviar a mesma oferta para toda a base aumenta bloqueios, prejudica o canal de comunicação e converte pouco.

  • Não ter visibilidade de margem por canal: sem separar o resultado do marketplace do canal próprio, o dono não identifica onde perde dinheiro e não consegue tomar decisões baseadas em dados.

Aplicação prática em 4 etapas

1. Diagnosticar o percentual real de taxa paga hoje

O primeiro passo é entender quanto o restaurante paga de fato. Acesse o extrato do iFood e some a comissão, a taxa de pagamento e a mensalidade. Divida esse total pelo faturamento bruto do mês para encontrar o percentual efetivo. Muitos donos descobrem que pagam mais do que imaginavam.

2. Configurar o canal próprio em até 24 horas

Com a Brendi, o setup ocorre em até 24 horas. O restaurante preenche um formulário, a plataforma importa as configurações do iFood, como cardápio, horários, áreas de entrega e perfil da loja, conecta o WhatsApp e a impressora e o canal já fica pronto para receber pedidos.

3. Automatizar atendimento e marketing

A Brenda, assistente virtual com IA, assume o atendimento no WhatsApp. O sistema cria e otimiza o tráfego pago automaticamente. O CRM envia disparos personalizados para clientes frequentes, inativos e novos leads, sem necessidade de intervenção manual.

4. Acompanhar relatórios de margem por canal

Com o canal próprio ativo, o dono passa a ter visibilidade separada entre o que vem do marketplace e o que vem do canal próprio. Essa visão permite decisões concretas sobre onde investir e como reduzir a dependência das taxas do iFood ao longo do tempo.

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Perguntas frequentes sobre taxas do iFood

O iFood cobra mensalidade?

Sim, mas de forma condicional. No Plano Básico, a mensalidade é de R$ 110 e só é cobrada quando o faturamento mensal do restaurante supera R$ 1.800. No Plano Entrega, a mensalidade é de R$ 150, com a mesma condição.

Restaurantes que faturam abaixo desse valor no mês não pagam a mensalidade, mas continuam sujeitos às comissões e à taxa de pagamento online em cada pedido.

Como calcular a taxa do iFood?

O cálculo considera três componentes. O primeiro é a comissão do plano, que fica em cerca de 12% no Plano Básico ou 23% no Plano Entrega. O segundo é a taxa de pagamento online, de 3,2% no Básico e 3,5% no Entrega, aplicada sobre os pedidos pagos pela plataforma. O terceiro é a mensalidade, quando aplicável.

Para encontrar o percentual efetivo, some o total descontado no mês, incluindo comissões, taxas e mensalidade, e divida pelo faturamento bruto. O resultado mostra quanto do faturamento ficou com o iFood.

Qual é a taxa do iFood hoje?

Em 2026, a taxa do iFood varia conforme o plano. No Plano Básico, a comissão é de cerca de 12% mais 3,2% de taxa de pagamento online, o que totaliza 15,2% por pedido. No Plano Entrega, a taxa máxima de 26,5% mencionada anteriormente se aplica a todos os pedidos pagos pela plataforma.

Além disso, o restaurante ainda arca com a mensalidade condicional e com os custos de antecipação de recebíveis, caso use esse serviço.

Quanto o restaurante recebe líquido pelo iFood?

Conforme os exemplos apresentados no início do artigo, o valor líquido de um pedido de R$ 100 varia entre R$ 73,50 e R$ 84,80, dependendo do plano contratado. Esses valores não incluem custos operacionais, como ingredientes, embalagem, entrega própria ou a mensalidade, que reduzem ainda mais a margem real.

Conclusão: mantenha o iFood enquanto fortalece seu canal próprio

O iFood continua sendo um canal de aquisição relevante e faz parte da operação de milhares de restaurantes no Brasil. O problema não está em permanecer no iFood, e sim em depender exclusivamente dele enquanto paga até 26,5% de taxa por pedido sem construir um canal próprio em paralelo.

A Brendi foi criada para resolver essa dependência. A plataforma permite que o restaurante configure um canal próprio completo em até 24 horas, importe as configurações direto do iFood, opere sem contrato de fidelidade e cancele sem multa.

O resultado é um canal em que o restaurante fica com 100% do valor de cada pedido, mantém o relacionamento direto com o cliente e tem visibilidade real sobre a margem por canal. O iFood segue como fonte de novos clientes. O canal próprio passa a ser o espaço em que a margem é preservada.

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